IDENTIDADE VISUAL // PRIMEIRAS ARTES
 
26º Salão Jovem Arte MT

Apresentação da Identidade Visual e primeiras peças de divulgação para homologação SECEL-MT

// IDENTIDADE VISUAL

/ CONCEITOS

ATRAVESSAMENTO

Considerando os tempos de pandemia que exacerbam a necessidade do contato humano, atravessar barreiras físicas torna-se uma necessidade diária.

1. transitivo direto

passar para o outro lado de (algo), por cima ou através de.

2. transitivo direto e pronominal

dispor(-se) transversalmente a  algo).

A PRESENÇA DA ARTE

Outra perspectiva presente na proposta visual do 26º Salão Jovem Arte MT é considerar que não há salão sem arte, e nem jovialidade a ser considerada sem a presença da arte.

 

As iniciais de “Salão” e “Jovem” fazem alusão ao espaço e ao tempo, respectivamente. Ambos são preenchidos pela presença da letra “a”, que representa a Arte, que atravessa, ocupa, e se faz presente, hora dentro, hora fora, hora integrada.

RETROFUTURISMO

A necessidade de pensar um salão híbrido, que possa acontecer tanto fisicamente, quanto online, nos leva a reflexão das inúmeras possibilidade que a internet oferece, e de todo o aparato tecnológico que se sonhava nos anos 70/80, e que hoje é realidade, como espaços tridimensionais virtuais, vídeo-chamadas, tele trabalho, chats etc.

Através de grafismos retrofuturistas, toda essa tecnologia que temos hoje a disposição é aplicada ao projeto gráfico em forma de elementos visuais e estéticos que dialogam com esse universo.

 

A arte em questão nos transporta para um espaço tridimensional criado através da perspectiva de diversas linhas, que juntas formam um ladrilho, uma alusão aos “pixels” das telas de computador.


Em volta, elipses irregulares, fazendo diálogo com o tema “Despertar discos imaginais”, ao passo que também lembram ondas de transmissão.

Não há presença no espaço, jovialidade, ou possibilidade de salão sem arte. Há porém a necessidade, circulando de um canto ao outro, esperando para ser preenchida.

Variações cromáticas.

A representação minimalista do conceito de “despertar discos imaginais” foi construída a partir da peça gráfica originalmente desenvolvida pela artista plástica Ruth Albernaz e pelo poeta visual Caio Ribeiro.

arteruth-41.png

Os discos imaginais serão representados
por grafismos nas peças visuais, seguindo modelo do exemplo em questão. As elipses irregulares, fazendo diálogo com o tema “Despertar discos imaginais”, também lembram ondas de transmissão.

/ CORES

NEUTRALIDADE

A proposta visual entende a necessidade de construir um suporte neutro, para que a arte seja o destaque, como nas paredes de um museu, que não devem chamar mais atenção do que a obra.

O contraste do preto sobre tom “palha” facilita a leitura, e não é agressivo aos olhos quando comparado ao branco. O rosa é uma cor quente, porém calma e sensível, gerada a partir do subtom vibrante e enérgico do vermelho, perfeito para gerar empatia, e o verde harmoniza com as demais cores, e faz ainda alusão ao verde do Mato Grosso.

VARIAÇÕES CROMÁTICAS E DE LAYOUT DA IDENTIDADE VISUAL

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